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Prático de navios: saiba mais sobre essa profissão

Escassez de mão de obra eleva os salários da categoria, que pode chegar a R$ 300 mil por mês

Nos mares do Brasil, uma figura vital para a segurança da navegação é o prático de navio. Muitos de nós já vimos esses especialistas em ação, embarcando em navios comerciais para guiar com segurança essas gigantes embarcações pelos complexos canais e portos do país. Mas o que é necessário para se tornar um prático de navio, quanto ganham e qual é a importância dessa profissão? Vamos explorar esse tema neste artigo.

O papel do prático de navio

Práticos de navio são profissionais altamente treinados e licenciados, com a responsabilidade de auxiliar na navegação segura e na manobra de embarcações em águas restritas e áreas portuárias. Eles desempenham um papel crítico na orientação de navios em portos, canais e estreitos, garantindo que o mesmo chegue ao seu destino de forma segura, evitando colisões e encalhes.

Requisitos para exercer a profissão

Para se tornar um prático de navio no Brasil, é necessário atender a requisitos rigorosos. Além de possuir formação acadêmica em áreas relacionadas à navegação, é essencial também concluir um curso específico de prático reconhecido pela Autoridade Marítima Brasileira.

Após a formação, os candidatos precisam passar por um extenso período de estágio, a bordo de navios em treinamento supervisionado por práticos experientes. Após a conclusão bem-sucedida desse período, eles podem solicitar a licença de prático e atuar em embarcações profissionais.

Salário e remuneração

A profissão de prático é uma das mais bem remuneradas do país. Em média, a remuneração inicial desse profissional é de R$ 50 mil, podendo alcançar até R$ 300 mil mensais. 

Necessidade de ampliação

A escassez de mão de obra, torna a contratação de práticos custosa para o setor portuário. Com uma costa vasta e portos movimentados, o Brasil depende desses operadores para garantir que o comércio marítimo seja seguro e eficiente, porém, especialistas do setor apontam a necessidade de projetos que estimulem a formação de novos profissionais e programas que tornem o serviço mais acessível. “O prático tem um papel indiscutível na cadeia logística e portuária nacional, não existimos sem eles, porém, precisamos que governo e entidades do setor construam projetos que estimulem a formação desses profissionais, a fim de aumentar a oferta de mão de obra e tornar as operações de comércio exterior menos custosas”, enfatiza Bruno Barbeiro, diretor-presidente da Massy, uma smart trading focada em importações.

De acordo com o Ministério de Portos e Aeroportos, o Brasil conta hoje com aproximadamente 400 práticos em atividade. 

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